quarta-feira, janeiro 10

ARIGATO - 10 ANOS DE SUSHI EM PORTUGAL


São boas notícias para os aficionados do peixe cru em arroz avinagrado. 

O sushi, esse grande statement à escala mundial da cultura do país dos samurais, vê-se agora retratado em Portugal pelas mãos de Cristina Cordeiro, jornalista, escritora deliciosa, autora do livro "Manuel António de Vasconcelos: Pioneiro da Arquitectura Modernista" e que, na opinião do DN, “tem uma voz de menina e parece que se espanta a cada frase”.

O livro “ARIGATO 10 ANOS DE SUSHI EM PORTUGAL” da autoria de Cristina Cordeiro, com a fotografia de Ricardo Oliveira Alves e o design de Ivone Ralha, é lançado já no próximo dia 16.

O projeto surgiu a convite do Arigato, que comemora por esta altura dez anos, mas o conceito da obra rapidamente transcendeu a ideia inicial. Ao longo do último ano, Cristina Cordeiro traçou a história da cozinha japonesa em Lisboa desde os longínquos anos 80, tendo entrevistado os pioneiros da restauração nipónica, e construído toda uma narrativa que termina com uma entrevista ao embaixador do Japão e uma cronologia das relações Portugal-Japão, do século XVI até aos nossos dias. 

Uma verdadeira aventura!

terça-feira, agosto 8

Aviso à navegação

A leitura da semana do Reporter X, como de resto toda a opinião do Açoriano Oriental, passou a estar disponível, apenas, para subscritores. A actualização semanal, com direito a links, passa a estar num blog (mesmo aqui ao lado).

sábado, março 25

AÇOREANA DMC - Uma Grande Equipa

Em tempos pensei e escrevi que, por mais anos de vida tivesse e por mais bem sucedida fosse a minha carreira profissional, a vida teria dificuldade de me colocar perante outro desafio e outro projeto tão importantes como foi para mim o reposicionamento do Terra Nostra.

Não me podia ter enganado mais!

Como nem sempre fui esta pessoa sociável que muitos conhecem, com a força inabalável de tudo fazer para, à minha passagem, procurar deixar o mundo um pouco melhor, é importante referir que costumo, e com verdade, atribuir ao Primitivo Marques (a quem fiquei sempre grato) um papel muito importante naquela que considero ter sido uma mudança radical, sobretudo, no que diz respeito ao entendimento do conceito de “comercial”, fazendo com que a desajeitada larva que eu era se tivesse transformado numa ágil borboleta.

Mas o que me enche de alegria e me faz sentir honrado é o facto de muitas pessoas, sobretudo aquelas que melhor conheceram o Rodrigues Carroça, meu pai, dizerem que dele herdei a arte de fazer as pessoas sentirem-se especiais na sua presença. Quando eu era ainda uma criança, vivia (sem saber) fascinado com a gentileza com que o meu pai se dirigia a todas as pessoas com quem ele se cruzava. Era, pois, habitual eu e ele nos perdermos em conversas sobre como iríamos construir, quando eu crescesse, uma organização que teria como único objetivo ajudar todas aquelas pessoas que tivessem dificuldades (fosse no que fosse!), uma espécie de agência de resolução do infortúnio dos amargurados que não sabiam como desenvencilhar-se por entre o mar burocrático que promove o naufrágio dos mais fracos e desprotegidos.

Estive imerso em trabalho árduo durante todo o ano de 2016 e apresentei a nova imagem da Açoreana DMC na BTL, no passado dia 16: um estrondo com réplicas que se fazem sentir por muitos lugares e, julgo que por muito tempo ainda. Foi então que percebi que a minha sensação de realização não se encontra em fazer coisas grandes. Afinal, a minha realização, tanto profissional como pessoal, está em fazer pessoas felizes, algo que quase nunca é tarefa fácil.

Com um agradecimento especial a todos aqueles que ajudaram a dar forma a esta pequena maravilha, fiquem com o filme que mostra como se recria uma marca inspirada numa grande equipa, com pessoas agora mais felizes.


Mais projetos não tardam. Fiquem atentos ao TREMOR e façam o favor de dar largas à vossa imaginação.


P.S. Não podia fazer melhor homenagem ao meu pai. Todos os dias!