terça-feira, dezembro 7

VOX POPULI

A semanada de excitações e reflexões, acondicionada entre aspas, para guardar e, de vez em quando, revisitar na persistência da memória.



«O SG Filtro e o SG Ventil têm propriedades cancerígenas para além das já conhecidas. Pronto, toda a gente comete erros, os fumadores sabem que se arriscam, as indemnizações foram feitas para serem pagas (e as despesas para serem pedidas) e o mundo já está habituado ao desperdício estúpido de vidas humanas.».
Joel Neto, Sábado 27 de Novembro na Grande Reportagem

«Aqueles que, numa posição de cangalheiros, passam frequentemente certidões de óbito ao PCP estão enganados. Ainda haverão muitos e muitos anos para continuarem a sentirem-se uns cangalheiros frustrados.».
Jerónimo de Sousa, na Capital de 5 de fevereiro de 2002 citado no perfil biográfico «Uma vida que se confunde com a luta do PCP», Domingo 28 de Novembro no Público.

«Tem família nos Açores e é descendente de terceirenses. O Conde "White Castle", José Castelo Branco para os menos íntimos, que está actualmente a participar no programa televisivo "Quinta das Celebridades" é proveniente de famílias nobres da Ilha Terceira, mas não é conde por descendência.».
Segunda-feira 29 de Novembro no Açoriano Oriental (isto explica muita coisa... digo eu!)

«Santana sabe que se ficar isolado e único responsável por uma derrota acaba no PSD e na política. Se perder, nem para porteiro o partido o quer.».
Vasco Pulido Valente, Sábado 4 de Dezembro no Público

«Desde quarta-feira passada, no entanto, os cidadãos aguardam em vão que Jorge Sampaio se explique, como é sua obrigação, sobre o facto de ter aberto a porta à realização de eleições antecipadas. A primeira estranheza sobre a forma como o Presidente da República decidiu gerir a situação está na circunstância de ter sido o próprio primeiro-ministro, em termos práticos acabado de ser demitido, a anunciar ao país a notícia(...) Perante o silêncio de quem já devia ter falado, é natural que cada um escolha o motivo que mais lhe agrada, como é apropriado no indigente debate político característico de uma qualquer república das bananas.

(...), se ainda houver algum sentido de Estado no Palácio de Belém ou em São Bento, será preferível o país viver durante alguns meses de 2005 em regime de duodécimos do que aprovar, num ambiente de indefinição política, aquilo que é visto como um "mau" Orçamento. Teme-se é que ninguém, a começar pelo Chefe de Estado, queira chamar a si o ónus de impedir que os salários dos funcionários públicos sejam actualizados em Janeiro próximo, que as pensões sejam aumentadas e que as taxas do IRS sejam reduzidas conforme estava inscrito na proposta em debate.».

João Cândido da Silva, Sábado 4 de Dezembro no Público

«Percentagem da população portuguesa que não leu qualquer livro nos últimos 12 meses: 67%.».
O índex de Paulo Anunciação, Domingo 5 de Dezembro na Pública

«O facto do golpe final ter sido dado por um dos seus amigos íntimos e um dos esteios do famoso "santanismo" - Henrique Chaves, convertido no "Brutus" desta história - só acrescenta condimentos romanescos ao filme de cordel em que se transformaram os quatro meses de Governo.».
Ana Sá Lopes, Domingo 5 de Dezembro no Público

«Santana Lopes embrulhou-se com aquela gente do barrosismo, que é gente sem qualidade nenhuma.».
Ângelo Correia, no «Diga Lá Excelência» da Rádio Renascença, Domingo 5 de Dezembro

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